Mostrando postagens com marcador Artigo do leitor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigo do leitor. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Artigo do Leitor: ”Ai que Saudades que eu sinto das noites de São João”!

”Ai que Saudades que eu sinto das noites de São João”!
Nunca uma frase esteve tanto em evidência em nossa Santa Cruz do Capibaribe.
Nunca ficamos tão afastados da Cultura Nordestina como estamos agora. 
Clubes que festejaram Santo Antônio, São João e São Pedro ao som de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro Abdias, Marinês, Trio Nordestino, Os 3 do Nordeste, Dominguinhos, Sivuca, Oswaldinho, Elba Ramalho, Joãozinho Fortunato, Bandinha Pop Sound,  Bandinha do Leninho, Dedé Sanfoneiro e muitos outros, hoje ficam fechados como se estivessem de luto. 
Não pessoal. Eu não estou procurando culpados e nem dizendo que alguém tem de responder por isso. É que fica difícil para quem já viu os quebra lajeiros, coco de roda,bandas de pífanos e forrós da Rua do Alto; Quadrilhas Juninas organizadas na rua do alto, Ruas do Rio, Siqueira Campos,, Cabo Otávio Aragão, João Balbino e mais As Peruas, As Virgens, Cebola, Solteiros Felizes, Turma do Jabuti, MOBRAL e turma de Neta de Zé Mestre. 
Eu não consigo pensar em tudo isso, sem sentir o peso de uma saudade enorme de muita gente boa que se foi e de compartilhar  essa saudade com aqueles que estando por aqui, sentem falta de tudo isso que descrevi.

Valeu a pena viver aquela euforia!!!
Professor J. Oliveira

domingo, 28 de setembro de 2014

Hora de decidir o voto

É chegado o dia das Eleições no Brasil. 5 de outubro é – antes de tudo – um dia de decisão para cada um de nós. Não vale dizer: “eu nada tenho a ver com isso”. Pior ainda: “eu não quero saber de política”. Todos nós temos tudo a ver com a política porque ela interfere diretamente em nossas vidas, seja no social ou no pessoal.
            Na hora da escolha, pense naquilo que pode ser mais proveitoso para a sua região, que tipo de Governo pode contribuir mais para o melhor desempenho econômico, social e educacional do meio em que vivemos. Eu não posso escolher um candidato apenas por causa de um chefe político local que assumiu um compromisso com a candidatura desse o daquele partido. Eu não posso votar em um candidato, sabendo que aquilo porque as pessoas do meio em que vivo batalham, não desperta a atenção dele.
            Não deixe se levar pelas disputas locais. Analise tudo o que pode surtir efeito positivo para o dia a dia de uma maioria significativa de sua região ou país.
Por J. Oliveira

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Artigo do leitor: Reflexão Política‏


Olhando atentamente as colocações dos nossos postulantes aos principais cargos eletivos do país. Vejo o quanto eles nos conhecem, o quanto tem se preocupado conosco. Quem está com as rédeas do poder apresentam números que pra muitos até então são ou eram desconhecidos da população. Quem está na oposição por sua vez, mostra os erros do governo, a demora na conclusão de obras e até mesmo a falta delas (obras).


Nas cidades, nas ruas, nos bairros, distritos, povoados, o que mais se ver é gente brigando por este ou aquele, candidato, sem mesmo ter a noção de que estas brigas só são entre eles naquele instante e que depois de três meses tudo isso acaba e todos se tornam dois grupos, os eleitos e os não - eleitos. Jogos de acusações, dois grupos se degladiando, acusações e acusações, nada de provas, processos se aglomerando nos fóruns, dinheiro publico sendo jogado fora, porém mesmos punidos os que fazem ou fizeram uso indevido do nosso dinheiro, pagam penas em cadeias com regalias, ou com salas de luxo, com direito a visitas intimas, médicas, eles tem tv's led's, frigobares e outros direitos que o cidadão lesado não tem. E o pior tanto dinheiro desviados, tanta gente culpada presa e pagando pena, mas cadê o dinheiro, pra onde foi, que não voltou?.



E mais nestas épocas de eleições os candidatos numa cidade são parceiros, amigos e companheiros inseparáveis, e ainda juram amor eterno, logo na cidade vizinha são adversários ferrenhos e ainda insultam os cidadãos, colocando uns contra os outros. Uma verdadeira palhaçada, uma brincadeira com a sensibilidade e os sentimentos de um povo.



O que vejo de positivo, é ver e saber que o povo começa a perceber tal teatro, com jogos de acusações nos palanques, mas que no final de semana estão nas praias e clubes da vida, relembrando cada um dos episódios por eles apresentados e incorporados e seguidos por pessoas que vestem a camisa e faz desse político, uma espécie de "santo", mas para o nosso bem essas máscaras estão caindo, teatros estão sendo encerrados e a verdade vem vencendo e sobrevivendo as esses males.



Acordem gente, acorda povo, nem tudo está perdido, nem todos são ruins. Acordem pois a hora já é chegada. Não aceitemos, essas campanhas politicas, que mais se parecem sempre uma guerra. Amigos contra amigos, inimigos cada vez mais inimigos, vencedores e derrotados, mas, muitos feridos. E pra fechar quero citar aqui uma frase imortalizada por Dom Elder Câmara; "Eles pensam que o povo não pensa, mas o povo pensa".

Por Wendell Galdino

terça-feira, 9 de setembro de 2014

QUAL É O PREÇO DO FUTURO DE UMA NAÇÃO?


Quanto vale o seu futuro? E a sua segurança? Qual é o preço? A verdade é que bate em nós uma profunda tristeza, quando vimos que o futuro desse país é tratado como se fora mercadoria. Aliás, os nossos destinos nem são levados em conta quando o assunto é: eleições em todos os níveis.
Continuam a vender os nossos voto como se fôssemos peças do mercado escravocrata. Não votamos em quem tem um programa de governo mais robusto. Mais consistente. Por aqui se vota contra o partido de alguém. Ou então naquele candidato que nos é apresentado pelo líder partidário que tem enriquecido a custa de uma política rasteira e barata que privilegia alguns em detrimento da grande maioria.

Até bem pouco tempo, aquele(a) que era considerado uma draga para o Estado ou País, passou a ser a oitava maravilha do mundo, simplesmente porque defende a cor a que um ‘coronel’ da política local nutre simpatia. É triste, mas, é fato. Nada ou quase nada podemos fazer. Ou melhor, podemos sim. Pare e reflita. Afinal de contas você não é desprovido de cérebro. Ou será que é? Quantos chefes políticos você conhece que atual nessa política malévola e que ainda continuem pobre? Quantos chefes você elegeu que não deu os melhores empregos a seus parentes?


J. Oliveira

domingo, 10 de agosto de 2014

Som abusivo consentido



O professor Arnaldo Vitorino explanou com maestria a real sensação de cada cidadão em relação ao excesso de propaganda política em som automotivo. Confira o texto abaixo:

Acredito que na cidade existam hoje mais de dez estações de rádios, revistas, blogs, etc. E uma quantidade infernal de veículos motorizados perturbando nos quatros cantos da cidade a vida de seus moradores, quem deveria proibir tudo isso é quem mais incentiva são os nossos políticos a quem damos um voto de confiança, isso chama-se “ATRASO”, como é que ainda se utiliza carros de som para perturbar a população se temos toda uma mídia mais moderna e eficiente. 

Não é fácil ter que bater na mesma tecla, fazer as mesmas reclamações e clamar por atenção das autoridades com relação ao excesso de barulho, especialmente quanto ao som eletrônico, sem necessidade, a qualquer hora, indistintamente. O cidadão não tem amparo aos seus direitos, cuidando o governo tão somente de cobrar deveres, ainda que a estes não correspondam nem mesmo direitos, diretamente relacionados. 

Em relação a ruídos excessivos há leis que os limitam em volume, no tempo e espaço, ou seja, não podem exceder determinada altura, conforme hora e local. Mas, o que se produz em ruídos, de todos os tipos, a extrapolar o limite da capacidade de tolerância humana, cresce a cada dia. 

E não é preciso ser autoridade médica, para entender que barulho em excesso é prejudicial à saúde, atingindo principalmente o sistema nervoso, razão pela qual muita violência ocorre em locais, onde o nível de barulho é muito alto. Entretanto, muito discurso, reuniões e mais leis são propostas, mas, de prático nada se produz para coibir abusos. Não é muito repetir que, ao contrário dos olhos protegidos por pálpebras contra excesso de luz, ouvidos humanos não têm proteção contra excessos sonoros. A razão está no fato de a natureza agir com economia, não criando o desnecessário. No caso dos olhos, a luz do sol, direta ou refletida, pode prejudica-los, por isso existem as pálpebras. 

Quanto aos ouvidos, estes estão adequados aos sons máximos produzidos pela natureza. Os excessos são produzidos pelo próprio homem por meio de máquinas e instrumentos criados. Cabe então ao próprio homem, por meio de leis e regulamentos emanados dos governos, o controle da produção e disseminação dos sons, para que os excessos destes não comprometam a qualidade de vida e a saúde da coletividade. Em relação aos excessos de som, seu tempo e espaço, no Brasil, leis até que existem, mas apenas para que não se diga inexistentes, pois os próprios governos (nos três níveis) e respectivos tentáculos as desconsideram, levando ao cidadão a sensação de completo abandono. 

Onde anda as autoridades, Policia, Ministério Publico, Prefeito, Vereadores?

Por Arnaldo Vitorino

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A corrida em busca do voto


Foi dada enfim, a largada para a grande corrida em busca do voto. Com a realização das convenções partidárias os candidatos estão aptos a convencer os eleitores de que são eles a sua melhor opção de voto, quer seja na disputa majoritária ou na proporcional.

Em todos os recantos do país, os mais diferentes tipos de candidatos se consideram a melhor opção. O danado é que as pessoas nem sempre pesquisam a fim de saber se essa ou aquela opção é mesmo a melhor. É bom que tenhamos a noção de que a reclamação e os protestos de nada valem se não formos sérios na hora da escolha de nossos representantes.


Uma escolha impensada pode nos custar muito caro. Cuidado para não ser traído ao acreditar em discursos de super-heróis ou heroínas. Tente entender onde estava esse candidato nos últimos 30 anos. Como ele agia? Quem ele apoiava? Qual a sua contribuição para os avanços econômicos, políticos e sociais do país e/ou da sua região.

A corrida é deles. A proposta também, mas, o poder de analisar e decidir é seu. Não entregue o futuro de todos, nas mãos de aventureiros ou de políticos de ideias retrógradas e individualistas.

Pare. Pense. Reflita!

Por J. Olveira.

sábado, 14 de junho de 2014

Vale a pena ler - por Jéssyca Cavalcanti.

Jéssyca Cavalcanti

Escolhi no passado fazer uma faculdade de história porque sempre gostei de ler e acredito que ao olhar para o passado muito se entende do futuro. Ontem testemunhei nas rádios da cidade uma cena patética do Federal da cidade, que cobrava de alguns, uma postura de lealdade que o mesmo nunca teve com os seus pares ,e como é doloroso ser vítima do nosso próprio veneno. 

Quem não lembra do que Zé fez com Arraes depois de ter se beneficiado das conquistas pra Santa Cruz , quem não sabe nessa cidade da traição que ele fez com Edson Vieira que em cima do carro de som, mandou o povo levantar a mão e escolher quem deveria ser o candidato mesmo tendo se comprometido e empenhado sua palavra pra apoiar a candidatura de Edson, mas preferiu se lançar pra atrapalhar . 

E recentemente o que ele fez com Diogo Moraes quando trouxe Cecilio Galvão só pra atrapalhar a votação de Diogo numa demonstração de poder e arrogância, onde quem pudesse despontar no grupo como liderança levava uma rasteira de seu comandante. E Toinho do Pará que foi minado e rifado dentro do seu grupo com o poder paralelo instalado pelo tirano. A rota do mar empresa que é um orgulho internacional , Zé que sempre usou a lógica de Maquiavel de que ninguém pode aparecer mais que o rei, em seus discursos constantes dizia que era a "Rota do Mal" eu mesma presenciei inúmeras vezes nos diálogos que tinha com o mesmo no cachorro quente de Paulinho onde ouvia piadinhas arrogantes e desrespeitosas quando fazia apelo para que os professores desse município não fossem perseguidos. 

E mais recente podemos testemunhar o que foi feito com os pré- candidatos do próprio grupo que quase se degladiaram e no final Zé impiedoso tirou todos da jogada e se candidatou! Fico a imaginar os acordos, traições e comentários que devem ter sido feito nos bastidores ,se esses fatos que citei foram feitos a luz dos nossos olhares imagina na escuridão dos bastidores. 

Na história da vida real ninguém com trajetórias parecidas tem um final feliz , não seria diferente dessa vez pois a história se repete. Portanto não adianta chorar , espernear, pois ditadores não são dignos de pena pois aqui se faz , aqui se paga e o mal por si só se destrói. Aquele Zé arrogante, sem palavras que se intitulou como Zé da Água, Zé do lixo, Zé do voto, vai ter no fim dos seus dias o ostracismo, o declínio da lei natural que ele esqueceu de ler que é a lei do retorno, e terá no futuro próximo a intitulação de Zé Ninguém!

Por Jéssyca Cavalcanti

segunda-feira, 9 de junho de 2014

O São João está chegando.

É bem verdade que já não existe mais aquela dedicação aos festejos juninos, como víamos até o início dos anos 80. A globalização nos tirou essa paixão pelas tradições.

Era comum vermos nas casas, nas lojas, nos ‘grupos escolares’, nos sítios e nas fazendas, um clima de festa que nos envolvia a todos. As músicas nos falavam sempre de motivos juninos. Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Os 3 do Nordete, Elino Julião, Marinês, A Bandinha do Leninho, Bandinha Pop Sound e a Bandinha Cariri. A sede do Ypiranga, os Palanques de Joca Pereira e da Rua do Alto, o Mercado de Anísio Monteiro, o Clube 13 de Maio e o Novo Clube. Ufa! Isso aperta o coração!

Hoje, diante de toda a modernidade, estamos aí com mais um São João na cidade. Vejamos se é possível trabalhar nas escolas e nos grupos de dança, o resgate dessa nossa rica história cultural e acabar com essa mentira de que Santa Cruz do Capibaribe nunca produziu cultura.


Por J. Oliveira

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Direitos dos empregados domésticos: reclamação trabalhista


Desde abril de 2013 os trabalhadores domésticos (empregadas, motoristas, babás, jardineiros) possuem os mesmos direitos que os demais trabalhadores urbanos e rurais, assegurados pela Constituição Federal.


Com isso, muitos já receberam de seus patrões os benefícios de ter a carteira de trabalho assinada. Por outro lado, diversas casas recusam-se a registrar o funcionário, caindo assim na ilegalidade e privando-o de seus direitos, o que pode ocasionar uma reclamação trabalhista.


Direitos do trabalhador


Entre os benefícios que o trabalhador recebe por ser registrado estão:

- garantia de pagamento de horas extras;
- 13º salário e férias remuneradas;
- FGTS e seguro-desemprego;
- auxílio-maternidade.

Vantagens para todos


Para o empregador, a medida também traz benefícios, como sua proteção em casos de doença ou gravidez. Uma vez que os encargos sejam pagos corretamente, o INSS que arcará com os custos do salário maternidade, por exemplo, e o patrão pode inclusive contratar outra funcionária temporariamente, sem correr risco de reclamações trabalhistas.


Por todos esses motivos, é importante tanto para o trabalhador quanto para o empregado doméstico. O primeiro fica resguardado quanto a processos trabalhistas e o outro tem a garantia de que seus direitos serão respeitados, e em caso contrário, pode garantir na justiça a reparação de seus danos.

Por outro lado, diversas casas recusam-se a registrar o funcionário, caindo assim na ilegalidade e privando-o de seus direitos, o que pode ocasionar uma reclamação trabalhista.


As reclamações trabalhistas, como qualquer outro processo, costumam necessitar de provas e testemunhas. Conforme mandam as leis brasileiras, antes de iniciar o processo
em si há uma tentativa de acordo entre as partes. Caso haja acordo, o processo não é aberto e o réu paga as condições combinadas. Do contrário, o juiz analisará as provas e testemunhas e colherá depoimentos. Dependendo das condições, o resultado pode demorar até anos para chegar.

Enviado por Ruth Marques 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Emprego, desemprego e inflação por Aldo Amaral

Desemprego e inflação são eventos que interferem negativamente no bem-estar da população. Sociedades com alta taxa de desemprego, como é o caso de diversos países da Comunidade Europeia, têm bem-estar diminuído. E o convívio humano pautado na paz passa a correr riscos. Economias com alta taxa inflacionária são caracterizadas pelo baixo consumo e com alto desemprego. Neste caso, pessoas se encontram em estado de desconforto.
São variadas as causas do desemprego: ausência de qualificação profissional, inércia do estado no investimento público e inoperância do poder estatal em incentivar a economia.  As causas da inflação são diversas: aumento do gasto público, mais consumo e menor oferta de produto, baixa produtividade da economia e desatenção dos governos com o controle inflacionário.
Desemprego e inflação são males da economia. Portanto, precisam ser combatidos. Causa-me surpresa, entretanto, ouvir de variados economistas de que para a taxa da inflação brasileira ser diminuída é necessário o aumento do porcentual de desempregados. Tal raciocínio é esdrúxulo e egoísta. Economistas que defendem o aumento do desemprego como instrumento para o combate a inflação mostram ausência de preocupação com o conforto das pessoas.
A pergunta que deve ser feita é: como combater o aumento do custo de vida? O combate ao aumento dos preços através do incentivo do desemprego gerará males econômicos e sociais. Mais desemprego, menor receita para o estado. Mais desemprego, mais despesas do poder público com o seguro-desemprego. Mais desemprego, menor consumo. Mais desemprego, diminuição do bem-estar das pessoas.
O emprego traz dignidade para as pessoas. O emprego gera sorrisos e alegrias. A inflação proporciona perda do poder de compra, diminuição de agrado, tristeza. Emprego, bem-estar e poder de consumo não combinam com inflação. Porém, não se pode combater a inflação incentivando o desemprego.
O estado deve ofertar, em parceria com a iniciativa privada, qualificação profissional. Com isto, mais produção, mais oferta de produtos e serviços. O estado, em parceria com a iniciativa privada, deve investir em infraestrutura. Por consequência, maior produção, mais empregos, mais renda. O estado deve priorizar os gastos públicos sem desconsiderar, entretanto, a qualificação dos serviços públicos. Governos que cuidam da sua população combatem a inflação com decisões sábias e não com medidas simplistas que retiram a felicidade e a dignidade das pessoas.

Por Aldo Amaral – Presidente da Força Sindical de Pernambuco

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

QUANDO O RÁDIO PRESTA UM DESSERVIÇO

Uma das minhas observações com andanças pelo interior é tentar, sempre que possível, conhecer um pouco da realidade das cidades que trafego. Um dos canais de observação é o rádio local.
O rádio, que detém um papel preponderante de informação ao longo de toda a sua existência, com seguidos períodos de evolução da tecnologia que o apontavam fadado à extinção, consegue ser em qualquer tempo de sua história o amálgama que une todas as classes sociais e que chega sempre em todos os lugares, principalmente os rincões mais distantes.
Hoje, o público mesmo dividido entre modernidades promissoras ou consolidadas, continua fiel a este veículo. Porém, uma constatação precisamos fazer e isso requer um atenção especial dos proprietários de emissora, sobretudo a que se intitula “comunitária”. Quem viaja pelo interior se depara com locutores desinformados, apelativos e infames, como se seu ouvinte tivesse o mesmo nível daquilo que ele vomita num microfone. Já não bastasse os excessos dos programas policialescos da televisão, nos parece que, com receio de perda de audiência, os programas de rádio, sobretudo os matinais, passaram a usar termos populares como se fossem do cotidiano das pessoas, mas que não merecessem nenhuma atenção ao respeito e a importância com que a informação precisa ser levada.
Usar termos como “fela da puta”, “merda” e “pé do cipa” permeiam a incansável voracidade em denegrir e humilhar a cultura de um povo humilde, que não precisa de incentivo à péssima educação, comum desses infelizes locutores. O rádio está perto de sofrer uma grande transformação com sua transmissão digital, prevista para 2016. Essa modernidade precisa estar atrelada a evolução que o povo brasileiro tem atravessado nos últimos 20 anos. A promoção de locutores sem nenhum compromisso com a ética ou com a educação compromete ainda mais esse salto qualitativo previsto. Talvez fosse o caso da Asserpe, a associação que congrega emissoras do setor, incentive a criação de um orgão punitivo desses abusos. Não falo de controle sobre a mídia, como defendem alguns idiotas, mas a intensificação do controle sobre a qualidade da produção que estas rádios teimam em varrer para baixo do tapete sujo.
É difícil prever que algo mude significativamente em pouco tempo, mas espero ansiosamente que estas concessões públicas, quase todas promovidas a políticos que já perceberam a importância de serem donos da informação e se tornam majoritários na administração dessas emissoras. Mas é possível desejar que pelo menos a Anatel, agência reguladora do setor em nível nacional, possa se instrumentalizar e combater esses absurdos vomitados todos os dias. E o principal, que o cidadão-ouvinte possa absorver mais educação e tenha a real capacidade de usar seu maior instrumento legal que é o poder de mudar de emissora, girando ou apertando um simples botão.
Por Claúdio Soares

quinta-feira, 25 de abril de 2013

“A esperança se renova”, este era o slogan da campanha de Eduardo Campos em 2006


Eduardo Campos é sem duvida um fenômeno da política. Com uma capacidade de negociação impressionante e um carisma raro, ele também tem a imagem de um político moderno, que não se intimida com seus adversários. Eduardo caminha a passos largos para ser candidato a presidente da República, não apenas como coadjuvante, mas com chances reais de chegar ao Palácio do Planalto.
Passou por cima de todos os seus adversários políticos em Pernambuco, conquistando a maioria deles para o seu projeto político, inclusive seu ex- desafeto Jarbas Vasconcelos. Chamou o PT para a briga na sucessão de Recife e mostrou a todos, inclusive a Lula, como se faz conchavo político. Foi audacioso, colocou todo mundo no bolso e Geraldo Júlio na Prefeitura do Recife.
Em algumas cidades, para vencer seus poucos adversários políticos, Eduardo nem precisou estar presente, apenas sua indicação bastou, como foi o caso de Santa Cruz do Capibaribe, onde mesmo os dois grupos fazendo parte da base do governo ele mostrou em vários momentos que o candidato dele era Edson Vieira. As negociações políticas mais importantes do Brasil hoje passam pela mesa deste jovem político, admirado por muitos e ovacionados por outros tantos.
Um estado administrado há seis anos por esse político espetacular é mostrado como se fosse uma Suíça. Na prática, não é bem isso que temos visto. Temos visto um estado onde a saúde não é diferente do restante do Brasil, o pacto pela vida é um marketing impressionante mas a realidade é que ainda somos um dos estados mais violentos do Brasil, a seca nos maltrata e só esperamos por Deus, por uma transposição que parece que nunca vai sair do papel e por um sacos de farelo de cana de açúcar, as estradas em péssimas condições, além de várias obras inacabadas.
A mais recente investida do governador é o chamado Pacto Federativo. Pernambuco parece ter ficado pequeno para o gigante Eduardo. E a esperança? Essa já morreu faz tempo, principalmente para o povo de Santa Cruz do Capibaribe. O mandato de Eduardo parece que já acabou, hoje ele atende a uma agenda nacional.
É bem verdade que nesses seis anos avançamos em alguns setores do nosso estado, mas nada que justifique o alarde feito em torno do nosso governador. Quanto ao seu relacionamento com nossa cidade, espero que ele diga o que fizemos de mal pra ele pra pedirmos desculpas pelo amor de Deus.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Artigo do leitor

"Mamulengos no Poder"

Eu gosto de observar as mudanças no comportamento da sociedade, raras vezes em uma conversa aqui e outra alí, encontro alguém para dialogar sobre estas transformações, são coisas que muitas vezes vão passando despercebidas juntas com o tempo. Então, vamos lá!
Os atuais processos político-sociais, particularmente os que ocorrem nos municípios do Brasil, precisariam ensinar que desde o governo, com vontade política, é possível impulsionar a participação do povo no processo de governar, avançar na construção desde baixo do ator coletivo, propiciando processos de desenvolvimento de sua consciência e organização, por que estes são os pilares da construção do poder popular.


É precisamente por isso que estas experiências deveriam se empenhar em apoiar processos de transformação cultural e política dos povos através da prática educativa, entendendo-os como fatores indispensáveis para levar a cabo mudanças sociais desde a raiz, sustentá-las e aprofundá-las.

Bom, vamos simplificar e ir direto ao ponto; Pretender que uma vez vencidas as eleições, ao assumir o governo pode-se atuar ignorando a inteligência do povo é a pior das gozações dos políticos/governantes atuais, que ao chegar ao poder, na maioria das vezes, usando de manobras políticas, tendo participações financeiras e outros tipos de corrupções que se perpetuam neste nosso sofrido Brasil, acham-se muitas vezes perdidos, e estes, recebem vários nomes populares,os quais podemos chamar de "apadrinhados", "herdeiros" ou simplesmente e definitivamente "fantoches".

O absurdo corre solto nas câmaras municipais, este local é o foco, para o qual eu quero transferir o olhar dos amigos leitores. As casas legislativas deste país se transformaram em verdadeiros  "circos", é possível encontrar figuras populares hilariantes, típicos palhaços, vestidos de representantes do povo. São radicalistas extremos, analfabetos, interesseiros e sanguessugas que vivem rindo do povo, evidencio aqui as excessões é claro, mas tem sido uma prática comum, ver o cargo de vereador como apenas um "emprego".

Antes de ser tachado como preconceituoso, quero deixar bem claro aqui que não tenho interesse em discriminar, ofender e nem sequer menosprezar ninguém, meus posicionamentos estão voltados aos governantes eleitos. 
Como se pode querer fazer do Brasil um país de primeiro mundo, se continuamos elegendo analfabetos? Pessoas limitadas, que ao chegar ao poder serão apenas "fantoches" dos "espertos", se transformarão em meros subordinados agraciados com tapinhas nas costas e regalias, deixando-os enfeitiçados, a partir daí são facilmente manipulados, umas vez que desprovidos do conhecimento necessário para o exercício de uma função tão importante; a de Representante do Povo.

Como avançar, se o que prevalece é o interesse de mentes retrógradas? Por outro lado, o povo tem dado oportunidades a representantes incapacitados de dar um tapa na mesa e brigar por opiniões e direitos. 
Em tempos de seca a escassez de água prejudica a sobrevivência.
Em tempos de eleição, as chuvas de dinheiro prejudicam a inteligência.

Até quando vamos continuar elegendo "mamulengos"?
Tudo bem que a democracia é um grande show, o povo é a platéia e os políticos são os artistas. Mas acabou-se o debate de ideias, acabou-se os interesses de lutar pelos objetivos do povo e tudo transformou-se num grande palco de ventrículos, manipula-se primeiro o povo e em seguida os eleitos, podemos concluir dizendo que o Brasil tornou-se na verdade um país de "mamulengos no poder!"

Escrito por:
Paulo Pereira
Designer e
estudante de Publicidade
Taquaritinga do Norte-PE

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Artigo do Leitor

CUIDADO COM AS PESQUISAS ELEITORAIS

As pesquisas eleitorais têm por finalidade investigar a realidade e informar os eleitores acerca da intenção de votos, orientando-os em suas decisões.
Diferentemente do que imaginam muitas pessoas, não é necessário um grande número de entrevistas para que tenhamos um perfil com um grau de certeza razoável. A pesquisa deve trabalhar com amostras onde todos os grupos sociais e áreas geopolíticas estejam representadas, caso contrário ocasionará um erro sistemático que distorcerá os resultados.
Os dois métodos mais usados para a pesquisa são a pesquisa quantitativa e a qualitativa. A primeira busca o máximo de informações, mas sem muito aprofundamento. A segunda faz uma profunda busca das motivações que levam a pessoa a tomar a decisão de votar em determinado candidato.
Acontece que sob a cobertura de um trabalho científico muitas pesquisas, feitas de forma tendenciosa e sem nenhum rigor técnico, têm sido usadas para confundir o eleitorado, visando à manipulação de votos.
Se você não quiser ser enganado pelas pesquisas eleitorais nas próximas eleições, é recomendável tomar os seguintes cuidados básicos:

1. CONFIRA A AMOSTRAGEM DA PESQUISA.
No caso de eleições municipais, a amostra eleitoral deve ser feita de forma que todos os grupos sociais dos diversos bairros da cidade estejam representados.

2. CONFIRA OS DIAS EM QUE AS ENTREVISTAS FORAM FEITAS.
Dependendo da urgência com que foi encomendada a pesquisa, entre a coleta dos dados e a sua divulgação pode transcorrer de um a dez dias. Dependendo do que acontecer neste período – a veiculação de uma denúncia contundente, por exemplo – o resultado pode estar desatualizado quando publicado, devendo ser relativizado.

3. EXAMINE O TEOR DAS PERGUNTAS APLICADAS AOS ENTREVISTADOS.
Além do risco de perguntas enviezadas, as respostas de intenção de voto espontâneas serão muito diferentes – e, portanto, incomparáveis das respostas estimuladas por listas de candidatos. Portanto, atente para as perguntas ambíguas ou mal formuladas.

4. INVESTIGUE QUEM FEZ A PESQUISA E QUEM A ENCOMENDOU.
Tanto a qualidade técnica de um levantamento como o compromisso com a verdade dos profissionais nele envolvidos precisam ser comprovados, haja vista que qualquer pessoa ou grupo tem o direito de fazer e divulgar pesquisas eleitorais. Além disso, é bom conferir quais são os vínculos de interesse entre quem fez e quem pediu a pesquisa e qual dos dois a está divulgando. Uma pesquisa eleitoral encomendada por um candidato só será divulgada se for do seu interesse, merecendo por isto ser lida com dupla precaução.

5. APRENDA A LER OS DADOS E TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.
Esta é a única forma de não ser induzido a acreditar em informações distorcidas e evitar comprar gato por lebre.
A melhor maneira de controlar o mau uso das prévias eleitorais não é proibindo a divulgação, mas garantindo a sua multiplicidade. A proibição apenas agravaria o desnível de informação entre os eleitores e os candidatos, que seguiriam encomendando seus próprios levanta-mentos. Cabe ao eleitor esclarecido comparar estas pesquisas e tirar suas próprias conclusões.

Por Osman Neves de Albuquerque

Osman Neves de Albuquerque é autor dos livros Um Ensaio sobre Espiritismo e Política (1998), O Poder do Voto e da Participação (2000) e Uma Lição de Ética numa Campanha Política (2002), além de vários artigos sócio-políticos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Artigo do leitor

OS POLÍTICOS DA NOVA ERA


O nosso planeta caminha, atualmente, para o fim de mais um ciclo evolutivo e início de uma Nova Era. As mudanças que se avizinham são de natureza física, mental e espiritual. O advento desta Nova Era passará, inevitavelmente, pela renovação da mentalidade política. Nada muda se a visão e o comportamento dos políticos não mudarem. Para o aprimoramento da sociedade deve-se trabalhar a fim de aumentar o número de pessoas esclarecidas, justas, éticas, competentes e com sensibilidade social nos poderes constituídos, de maneira que suas ações preponderem sobre a dos maus. Nesse sentido, deve-se fazer uma análise das chagas da sociedade, ou seja, de órgãos, de instituições, organizações, sistemas econômicos e políticos que entretecem e excitam o egoísmo de forma individual e coletiva. Se nas próximas eleições municipais, você quiser medir o grau de sintonia do seu candidato com a Energia da Nova Era, pensamos que é possível chegar a uma conclusão adequada aplicando um teste com sete pontos:


1º: Veja se ele pessoalmente é honesto. A Nova Era é a Era da Ética. Agora é o tempo de colocar em prática, finalmente, a fraternidade pregada pelo cristianismo durante os últimos dois mil anos. Os políticos desonestos não estão afinados com os novos tempos.


2º: Compare o discurso com a prática. Mesmo que não roube, um político pode dizer uma coisa e fazer outra, ou ter um discurso desvinculado das possibilidades práticas. A Nova Era não vive de sonhos vagos, mas sonha sobre aquilo que pode colocar em prática e coloca em prática aquilo que sonha.


3º: Examine se fala a verdade. Seu candidato deve ter um discurso. Ele deve dizer algo sobre a realidade. Deve ir além do sorriso e do tapinha nas costas. Assegure-se de que ele pensa por si próprio, e depois veja se o que ele fala é verdadeiro: se ele diz o que pensa e pensa o que diz. A Energia da Nova Era passa pelo coração das pessoas, e quem não fala com sinceridade ainda está por descobrir a enorme diferença entre astúcia e inteligência. O lobo faminto é astuto; o homem é inteligente.


4º: Examine se o pensamento é positivo. Veja se o candidato é moderado nas críticas aos adversários e concentra sua energia na descrição do que pretende fazer de bom. Político que pretende destacar-se atacando seus adversários funciona como um sanguessuga da energia vital alheia. Se um candidato dedica seu tempo a falar mal dos outros, mesmo que seja honesto, terádificuldades para fazer um bom trabalho depois de eleito devido ao mau carma inevitável do pensamento negativo. Criticar é fácil, e grande parte de políticos honestos fracassa quando tem uma oportunidade de governar porque aprenderam a criticar, mas não aprenderam a construir. Isto nos leva ao ponto seguinte.


5º: Examine se há uma postura criativa diante da realidade. Não basta ter slogans simpáticos e chavões atraentes. A Energia da Nova Era exige criatividade para que se possa construir o novo. Um político que se guia pelo passado não consegue sintonizar-se com os tempos atuais. Na etapa em que nos encontramos, o processo de transmissão da energia da nova era tem tido um excesso de energia negativa, destrutiva, e precisamos de gente que saiba focar o aspecto positivo da nova energia, construindo novas formas de relacionamento e convivência.


6º: Verifique se a política proposta é transparente e participativa. A democracia da Nova Era não consiste em escolher livremente quem se comportará como ditador durante os próximos quatro anos. A Energia da Nova Era, para ser construtiva, necessita que o povo seja ouvido em todas as instâncias e a todo o momento, e não apenas no dia das eleições. A transparência e a participação do cidadão nas decisões eliminam a corrupção da política.


7º: Veja se a política proposta prioriza a justiça social, a saúde, a educação, a segurança e o meio ambiente, no discurso como na prática. Não pode haver harmonia social se não houver harmonia com o meio ambiente. Nem pode haver paz social se não houver justiça. Mas não basta falar a esse respeito.

Estes sete itens estão intimamente conectados entre si e apontam para o que nós chamaríamos de “elevação do foco da consciência coletiva do País”. É indispensável que, embasados nos princípios éticos e morais, o cidadão trabalhe para remover as causas geradoras da miséria, da ignorância e dos vícios, convicto de que a ação política dos bons é um imperativo para se construir a Nova Era


Por Osman Neves

Osman Neves de Albuquerque é autor dos livros Um Ensaio sobre Espiritismo e Política (1998), O Poder do Voto e da Participação (2000) e Uma Lição de Ética numa Campanha Política (2002), além de vários artigos.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A importância da Comunicação empresarial no mundo corporativo


Desde a década de 1990, o mundo corporativo passou a perceber a comunicação como uma ferramenta a mais para o diferencial competitivo. Em um mercado com produtos cada vez mais comoditizados, a comunicação empresarial precisa ser ampliada e melhor utilizada dentro das organizações, devido ao gigantesco volume de informações que são geradas diariamente.
Dentre esse volume, muitas vezes há falhas ou contradições, o que pode gerar reações negativas, na percepção dos clientes internos e externos e, entre potenciais consumidores. Os públicos estratégicos que influenciam na tomada de decisão de uma empresa, os chamados stakeholders, estão de olho em tudo. Por isso, todas as informações geradas dentro de uma empresa, antes que seja pública, necessita de uma filtragem, e esse filtro ocorre por intermédio de uma boa assessoria de marketing ou imprensa, atrelada ao Departamento de comunicação empresarial.
É preciso entender que a comunicação empresarial se subdivide em áreas, que são elas: Assessoria de Imprensa, Publicidade e Propaganda, Marketing e Relações Públicas. Esses profissionais estão ligados diretamente ao Diretor Geral de Comunicação, que por sua vez atua ao lado do diretor-presidente da empresa, sendo tido como um profissional de alta confiança dos gestores.  Afinal, o fundamento da comunicação é o compartilhamento, a troca de informação, que por sua vez deve ser disponibilizada para o público-alvo da empresa, tendo como objetivo maior, gerar uma repercussão positiva, quanto ao produto, serviço ou até a forma de atuar de uma determinada organização.
O que muitos empresários pensam é que a comunicação é gasto, mas isso é algo relativo, pois se a comunicação for utilizada por uma empresa da forma como deve ser, ela nada mais será, do que um grande investimento.  É preciso entender e utilizar as diversas facetas da comunicação empresarial, de modo a atingir o cliente em todas as suas especificidades.
A Comunicação Institucional, por exemplo, é uma das diretrizes da comunicação empresarial. Você sabia que por meio dela, o cliente pode tornar-se leal a sua empresa? E qual a diferença entre ser leal e ser fiel? Um cliente fiel a uma empresa é aquele cliente que compra o seu produto pelo preço e qualidade. Mas, em um mundo onde os produtos estão cada vez mais comoditizados, é possível segurar um preço baixo por muito tempo? A fidelidade é eterna enquanto dura. Se a concorrência afetar um produto com melhor preço e qualidade similar, o consumidor pode deixar de comprar na sua empresa. Enquanto que, o cliente leal é aquele que além de comprar e gerar lucros para a sua empresa, ele se integra a ela, defendendo-a e divulgando-a de forma positiva por onde passa. E como gerar essa lealdade? A lealdade de uma empresa passa, basicamente, pela comunicação institucional. É a empresa que se preocupa com seus colaboradores, que está integrada a comunidade na qual está inserida, tem responsabilidade social e ambiental, e faz uso da comunicação para propagar suas ações.
Não é aquela empresa que ocupa os ouvidos dos clientes, única e simplesmente, para mostrar que está com um novo produto no mercado, mas a empresa que gera informações de impacto na vida do consumidor. E, esse impacto ocorre a partir do engajamento com a responsabilidade social corporativa, que só a comunicação empresarial é capaz de disseminar entre os mais diferenciados públicos de uma organização.
Por Betto Aragão 
Betto Aragão é jornalista e especialista em Comunicação e Marketing pela FAVIP, especialista em Gestão Pública pelo IFPE, especializando em Assessoria de Imprensa pela FAVIP.