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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Violência...


Diversos fatores colaboram para aumentar a violência, tais como a urbanização acelerada, que traz um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e assim contribui para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades. Colaboram também para o aumento da violência as fortes aspirações de consumo, em parte frustradas pelas dificuldades de inserção no mercado de trabalho.

Por outro lado, o poder público, especialmente no Brasil, tem se mostrado incapaz de enfrentar essa calamidade social. Pior que tudo isso é constatar que a violência existe com a conivência de grupos das polícias, representantes do Legislativo de todos os níveis e, inclusive, de autoridades do poder judiciário. A corrupção, uma das piores chagas brasileiras, está associada à violência, uma aumentando a outra, faces da mesma moeda.

As causas da violência são associadas, em parte, a problemas sociais como miséria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança, contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência.

A solução para a questão da violência no Brasil envolve os mais diversos setores da sociedade, não só a segurança pública e um judiciário eficiente, mas também demanda com urgência, profundidade e extensão a melhoria do sistema educacional, saúde, habitacional, oportunidades de emprego, dentre outros fatores. Requer principalmente uma grande mudança nas políticas públicas e uma participação maior da sociedade nas discussões e soluções desse problema de abrangência nacional.

Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O TRISTE CAMINHO DO PONTÃO DE CULTURA DE CARUARU OU A TRISTE SINA DE UM GOVERNO INSENSÍVEL


Em 2007, na gestão do então prefeito Tony Gel, Caruaru conseguia a maior vitória cultural dos últimos 30 anos. A entrega do título de Patrimônio Imaterial Brasileiro à Feira de Caruaru, com toda pompa e circunstância e as presenças do então ministro Gilberto Gil e do governador Eduardo Campos entre tantas outras ilustres, mostrou ao Brasil inteiro a importância daquele espaço que aglutina todas as forças do povo pernambucano, num ajuntamento de espelhos sociais que acumulam cultura, gastronomia, artesanato e economia popular.


Em 2008, conseguimos, também junto ao IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, recursos na ordem de quase meio milhão de reais na montagem de vários equipamentos na Casa de Cultura José Condé, localizada bem no meio da famosa feira. Diante do projeto de transformação de parte da Casa em Pontão de Cultura, onde se concentrariam várias produções culturais de audiovisual e estúdio de gravações musicais, havia a contrapartida de que reformas físicas teriam que ser realizadas. Em 2009, com a terceira gestão do prefeito José Queiroz, as obras foram anunciadas e um investimento de R$ 150 mil teria sido aplicado, quando de sua inauguração, na presença de artistas e formadores de opinião à época.


Pois bem. Ao visitar a Casa de Cultura na última semana, em especial o Pontão de Cultura, nos deparamos com o absurdo abandono do local, bem como a completa falta de estrutura para funcionamento do tão difícil Pontão de Cultura. As instalações completamente encharcadas de água da chuva, goteiras por todo lado, equipamentos sem uso, outros imprestáveis e o pior, os equipamentos de gravação e também a ilha de edição para audiovisual até hoje, incríveis cinco anos depois, nunca chegaram. Isso mesmo. Após cinco longos anos de aprovação do projeto Pontão de Cultura, a prefeitura de Caruaru nunca adquiriu o que o projeto previa, o que levanta dúvidas de onde foi aplicado o recurso liberado pelo IPHAN.


Não é de se estranhar o que este governo tem feito em relação à Cultura da nossa cidade. Incoerência, inconsistência, irresponsabilidade e incompetência se alternam no cuidado (?) que se tem destinado a todos os elementos culturais da nossa cidade. A falta de respeito com os artistas locais, a falta de investimento em novos projetos e a inexistência de apoio a projetos culturais de qualquer porte, marcam os cinco anos dos enganos prometidos. Dos seis teatros prometidos, nenhum sequer foi para o papel. Das monstruosidades criadas, o polo cultural da estação ferroviária e a destruição da Vila do Forró demonstram a completa falta de sintonia com as verdadeiras necessidades do mundo cultural. Até hoje, nenhum apoio substancial a projetos de teatro, dança, música, artesanato, nada. Some-se a isso uma desmontagem desastrosa dos principais elementos culturais do nosso São João.


Este governo(?) ainda tem três anos pela frente, mas depois de tanto tiro no pé, terá moral para reverter este curso? A resposta de hoje é um sonoro NÃO!


Ah! Ia esquecendo. Faz duas semanas que sequer tem energia elétrica no Pontão de Cultura. A chuva (acreditem!!!) “detonou” a rede elétrica recentemente instalada. Santa Incompetência.

Por Claudio Soares

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Enviado pelo colaborador Paulo Pereira

ABSURDO 1
Bom dia amigos(as), começo o dia indignado, esperando numa fila e sabendo que só vou ser atendido daqui a praticamente 2 horas, só me resta dizer o seguinte:
A maior parte de tudo o que vamos fazer neste país nos leva a uma fila, um absurdo que mostra a ineficiência dos nossos governantes, a sociedade deve sempre falar e mostrar sua indignação, até que um dia seja ouvida. Enfrentando uma fila é o lugar onde você pode sentir mais BRASILEIRO. Está faltando, por parte dos que governam este país, cumprir aquela frase que está escrita na Bandeira Nacional. Porque em muitos momentos é possível se perguntar; Onde está a "Ordem e Progresso?"

"As filas são um retrato real do Brasil, é o símbolo mais claro de um desenvolvimento que anda na mesma velocidade." (Paulo Pereira, 23/05/2013)


ABSURDO 2
Imagine o seguinte: Você acorda cedo, muito cedo... Você deixa seus afazeres, atropela horários, muitas vezes desloca-se de uma cidade para outra para TENTAR ser atendido em um banco (isso pode acontecer com outra instituições), aí você espera por aproximadamente 2 horas numa fila, quando o tempo vai passando seu sentimento de esperança aumenta, você está convicto que será atendido e sairá sorrindo dalí... até que de repente vem um funcionário com crachá, todo calmo, sem nenhuma ar de preocupação lhe dizer que o sistema está "fora do ar".

>>"PORRA CAIXA ECONÔMICA"<<
Nesse momento, você tem que manter a calma, respirar fundo e pensar o que vai fazer, esquecer as horas perdidas, os compromissos que desmarcou e o que você achava que sairia tudo bem para o encaminhamento de outras coisas termina em NADA, então você sai, vê o sol e passa a seguir o dia cantando: "Ó Pátria Amada, idolatrada, Salve, Salve!"

Mas tudo bem, vem aí 2014, somos o país do futebol, vamos realizar a COPA DO MUNDO... Milhões se movimentam, milhões serão utilizados para que TUDO saia perfeitamente, para que assim a gente possa mostrar para o mundo que somos um pais de ENCANTOS.

A grande verdade é que o Brasil dos encantos só existe nos comerciais da TV, aquela sociedade multicultural, amena, organizada e feliz, que aparece muito bonita e bem produzida pelas agências de publicidade que produzem os comerciais, só existe naquele momento. 

Mas, vamos em frente, tenho orgulho do meu país, amo esta terra, afinal... 
SOMOS BRASILEIROS, NÃO DESISTIMOS NUNCA!



Por Paulo Pereira
Blogueiro e Publicitário

terça-feira, 31 de maio de 2011

Correndo atrás

Willamy Feitosa

Os lojistas e comerciantes em geral de nossa região já sabem, que o período pós-carnaval até final de abril, é de “queda” nas vendas, período este de sazonalidade para o comércio. Mas, um fato que chamou atenção foi as vendas em relação ao mesmo período do ano anterior para alguns comerciantes demonstraram maior retração.
Medidas governamentais de combate a inflação através da diminuição do consumo, como aumentos dos juros, e diminuição do crédito, retraíram ainda mais as vendas no primeiro semestre. Porém, a economia já dá sinais que o período de “abril para fechar” está chegando ao fim.
A própria economia regional demonstra melhoras, seja no aumento (mesmo pequeno) dos pedidos das inúmeras indústrias do pólo de confecções, até mesmo no aumento das vendas diretas ao consumidor final, atreladas ao inicio do período junino.
Chegou à hora de “correr atrás do tempo perdido”, preparar os estoques das lojas de roupas, acessórios, perfumaria e floricultura, que por sua vez são os artigos mais pedidos pelo consumidor neste período de festas.
O dia dos namorados, as festas das fogueiras, escolas, empresas e famílias, fazem com que os consumidores saíam ás compras, além das tradicionais festas de rua e clubes, proporcionarão um aumento significativo nas vendas de diversos artigos, é o inicio do período de melhores vendas.
Entretanto, é importante que o comércio procure proporcionar um atendimento diferenciado ao público, haja vista, que a partir de agora com o aquecimento do comércio as visitas dos possíveis clientes as lojas serão cada vez mais constantes, uma grande oportunidade para os empreendedores de conquistar novos clientes principalmente diante do inicio do segundo semestre, que de fato é o período de maior aquecimento da economia proporcionado pelo pagamento do 13º salário, confraternizações nos diversos grupos sociais como: igrejas, empresas e famílias, além do natal e ano novo. Em linhas gerais aproveite o calor do período junino para tratar o seu cliente de maneira especial, pois desta maneira ele voltará e trará amigos ao seu estabelecimento.


Willamy Charles Feitosa Duque

Economista, com pós graduação em contabilidade e controladoria, atualmente é sócio da Skin Vest. willamyf@hotmail.com

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Rua vira lagoa em pouco tempo de chuva

Santa Cruz não suportaria uma chuva forte por muito tempo, observe como ficou está rua no bairro Nova Santa Cruz com poucos minutos de chuva.

Que Deus nos proteja das chuvas do sul!