sábado, 12 de maio de 2012

O Mov Paz Santa Cruz continua o projeto “Cinema Pela Paz”




Filme: Karol - O Homem que se Tornou Papa (Itália, 2005).
Data: 19 de Maio de 2012 (Sábado)
Hora: 19 horas (7 da noite)
Local: Teatro Municipal
Entrada grátis.



Karol Wojtyla, (1920 – 2005), foi um sacerdote polonês que se tornou o Papa João Paulo II. Como jovem universitário, interessou em drama e línguas, onde estudou 12 línguas diferentes. Sobreviveu a ocupação da Polônia pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), quando ajudou salvar muitos judeus dos campos de concentração. Foi ordenado sacerdote em 1946, servindo a Igreja Católica Apostólica Romana como padre, bispo, cardeal e papa durante quase 60 anos. Interessou em apoiar os jovens, criando a Jornada Mundial da Juventude. Incentivou o Dialogo Inter Religioso, com cristianismo, judaísmo, budismo e islã.
No filme, Karol Wojtyla (Piotr Adamczyk) é um jovem de 18 anos que está apenas começando sua vida como ator, poeta e escritor quando, do dia para a noite, assiste à sua pátria - a Polônia - ser cruelmente invadida por tropas nazistas. Após seu êxodo para a Cracóvia, passando pelos mais impensáveis horrores, Karol decide tornar-se padre. Poucos anos depois, o Comunismo também invade a Polônia. E Karol, humanista e defensor da tolerância, acabará combatendo o regime totalitarista com uma coragem que enfim fará a Polônia despertar de seu torpor, chamando a atenção de todo o planeta. Está inevitavelmente traçado o caminho de Karol rumo ao seu destino, tornando-se um dos Papas mais célebres, queridos e populares de todos os tempos.
O MovPaz Santa Cruz convida a todos os cidadãos santacruzenses para assistir o filme histórico/biográfico do grande papa João Paulo II, um momento ímpar na cidade.
Frases de Karol (João Paulo II):
“A Paz exige quatro condições essenciais: justiça, verdade, amor e liberdade.”
“Não terá paz na terra, enquanto perduram as opressões dos povos, as injustiças e os desequilíbrios econômicos que ainda existem.”
“Que ninguém faça ilusões de que a simples ausência de guerra... seja sinônimo de uma paz verdadeira. Não há verdadeira paz senão vier acompanhada de equidade, verdade, justiça e solidariedade.”

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