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terça-feira, 26 de agosto de 2014
O que rola no Facebook...
Quem vai de bicicleta deixa a cidade melhor, mais móvel, com mais espaço, não polui, inclusive poluição sonora e visual.
Ciclista também vota e paga impostos.
E por que passam despercebidos pelo poder publico?
Ciclista preste atenção em seu voto!
Fonte: https://www.facebook.com/zenna.rocha
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Opinar ou massacrar?
Começa a ficar visível que a maioria dos comentaristas políticos de Santa Cruz do Capibaribe expõe as suas opiniões massacrando uns como forma de defesa aos seus “patrocinadores” ou “amigos do peito”.
Àqueles que não são seus aliados, na maioria das vezes, são destinados apelidos pejorativos, ridicularização de seus atos, atribuição de fatos que não verdadeiramente ligados a estes e muito sarcasmo.
Quanto à inércia dos ‘amigos’ não se fala no assunto. Temas de real importância no conteúdo programático são tratados como sem utilidades ou minimizados ao máximo. Problemas como a falta de manutenção das rodovias BR-104, PE-160 e estradas vicinais do município; Privilégios dados a alguns comerciantes que ainda expõem mercadorias e cavalete em frente aos seus comércios (exemplos na Avenida Jatobá e Rua José Jerônimo da Silva) sem serem molestados pela Mobilidade Urbana; Bloco cirúrgico e aparelho de raio x sem funcionar; Colapso total e falta de assistência no abastecimento d’água da cidade; Alto índice de assaltos e outros problemas, são praticamente ignorados.
Onde está a tão propalada imparcialidade destes pseudos donos da verdade?!
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Quando o partidarismo fala mais alto que a razão.
Em todos os recantos desse nosso país existem debates sobre fatos políticos, mas, em Santa Cruz do Capibaribe eles têm ultrapassado os limites do bom senso e da razão. E não estamos nos referindo apenas àquelas conversas entre os eleitores nas tradicionais malas de esquinas.
Uma simples consulta feita por um dos blogs mais populares da cidade aos 17 vereadores e 13 comentaristas políticos da cidade de Santa Cruz do Capibaribe causou mal-estar e bate boca entre políticos e imprensa. Quando na realidade os políticos deveriam repensar suas atitudes a partir dos números colhidos em seu próprio meio. Os próprios membros da imprensa, senão pelo menos alguns deles, mostraram posições de defesa ferrenha de políticos aos quais têm ligações políticas.
Em um desses debates realizados pelas emissoras de rádio da cidade, um comentarista chegou até a levantar suspeita de estelionato ou fraude em documento apresentado por um deputado, pelo simples fato deste ser de oposição ao grupo que ele defende e pelo fato do político se apresentar como um dos defensores de uma obra de grande repercussão e que na verdade é ação do Governo Federal.
Aliás, o que não falta por aqui é paternidade de obra que não anda e a negação dos pais daquelas que são reais.
Por J. Oliveira professor e escritor

quarta-feira, 23 de outubro de 2013
E a nossa Feira? É mais fácil culpar os políticos!
Há muito
tempo, Santa Cruz do Capibaribe já não conta mais com festejos sobre cultura
popular, práticas esportivas tradicionais como os torneios de futsal, festejos
de final de ano e outros. A quem devemos culpar por tudo aquilo que perdemos? Por
que já não vemos mais eventos como o Carnaval de nossa cidade.
Se você
observar verá que sempre se fala no São João de Joca Pereira, da Rua Grande e dos
Negros do Alto e em toda a sua produção cultural até o final dos anos 70. Os eventos
do Folclore da Escola31 de Março; O São João Cenecista e os carnavais
realizados nos clubes sociais locais. As grandes orquestras de frevo, as
escolas de samba e os grandes Conjuntos musicais de baile. Os torneios de
férias na Quadra da Associação Atlética do Banco do Brasil e as grandes festas
de Natal e final de Ano, viraram poeira.
Por que o Poder Público e os nossos
administradores não fazem nada para que não percamos isso? É simples: depois de
fazerem fortuna na Capital da Moda, algumas pessoas dão banana para as nossas
tradições virando as costas àquilo que sempre tivemos de nosso.
E o
pior não é isso: estão fazendo o mesmo com a nossa Feira de Confecções. Priorizam
outras praças. Fortaleza, Natal, Caruaru, Toritama e pra Santa Cruz do Capibaribe,
têm apenas o domingo. Produzir aqui, pra muitos, é excelente! Promover a
cidade? Não querem nem ouvir falar. Acham que é obrigação do Poder Público.
É bom acordarmos antes que viremos
um Titanic. É bom estarmos unidos. Educadores, formadores de opinião, prestadores
de serviço, imprensa, profissionais liberais, empresários, comerciantes e
aqueles que detêm o poder. Santa Cruz do Capibaribe já acendeu a sua Luz
Amarela.
Por Jota Oliveira professor, escritor e radialista.
domingo, 6 de outubro de 2013
...E a democracia é quem paga a conta.
Os últimos dias foram de intensa correria por parte daqueles que buscam um lugarzinho em alguma sigla partidária. Acordos desfeitos, distratos, “pernadas”, abraços e, sobretudo, muitas queixas podem-se ouvir de todos os lados. Os últimos dias foram de muitas especulações, boatos, desmentidos e, às vezes, agressões verbais contra aqueles que insistem em não concordar com idéias postas na mesa.
Nessa hora ouve-se muito falar em democracia. O que muitos não percebem é que a democracia (para a maioria dos políticos) é muito conveniente desde que seja praticada na casa dos seus opositores. Todos os acordos são bem vindos, desde que estejam de acordo com metas antes pré-estabelecidas.
São adversários tradicionais que se unem para derrubar uma neoliderança; É a criação de novas siglas que servem como válvula de escape para encampar outros projetos. Rolam lágrimas, amizades antigas são desfeitas e ainda assim ouvimos muitos se proclamando democratas e alguns desses praticando atos antes vistos apenas para ser posto em prática por ditadores históricos.
O eleitor que em momento algum foi consultado demonstra sua insatisfação e às vezes, indignação, mas, ano que vem, defenderá o que os seus líderes lhe impuserem; fará a maior festa e a democracia pagará a conta se nada der certo.
Por José Oliveira de Gois
(Prof. J. Oliveira)
sábado, 24 de agosto de 2013
Opinião do leitor
Creio
estar havendo inversão de valores e sub valorização do potencial e
importância do nosso status.
A culpa é nossa e da cultura de sempre
pedir e nunca exigir.
Vamos analisar alguns questionamentos com empresas instaladas em Pernambuco;
- Quem movimenta mais dinheiro (nível de faturamento) a Sadia ou o Moda Center? Quem teria facilidade em conseguir audiência com o governador?
- Quem tem maior responsabilidade social (numero de famílias dependentes) a FIAT ou o MODA CENTER? Quem consegue melhor regime tributário?
- Quem atende economicamente mais municípios, Atlântico Sul ou Moda Center? Quem consegue melhor malha viária?
- Quem, se parar por duas semanas, afeta mais economicamente e socialmente o estado: Moda Center ou setor sucroalcooleiro?
- Quem tem a voz com mais repercussão na política ou na mídia: o Presidente da FIEPE ou o Síndico do Moda Center?
- Quem tem um PIB (movimentação financeira) maior: Moda Center ou o Município de Caruaru?
Enviado por Paulo André Dias da Silva
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Opinião do leitor com Jairo Martins
Emancipação sim, mas com critérios.
Como um cidadão santacruzense, apesar de ser considerado por alguns um forasteiro, tenho observado a cobertura dos meios de comunicação aos principais acontecimentos políticos locais e regionais.
Um dos assuntos mais discutidos recentemente foi a possibilidade de dois distritos que têm forte ligação com a economia de nossa cidade serem elevados à condição de cidades, o que considero um grande avanço. Porém, alguns aspectos necessitam de uma discussão mais aprofundada.
O primeiro ponto é a grande importância que a imprensa local tem dado à participação de um deputado da região no processo, colocando-o em uma posição de herói de uma conquista que, diga-se de passagem, ainda não se materializou. Depois de aprovada no plenário da Câmara Federal, ainda serão necessárias várias votações na Alepe para que os estados possam ter de volta o direito de decidir sobre as emancipações dos municípios.
Como formadores de opinião, é preciso que nossos comunicadores informem à população os verdadeiros fatos. Alguns comunicadores têm esquecido de mencionar outros personagens envolvidos na luta pela emancipação de São Domingos e de Pão de Açúcar. No blog do vereador Jânio Arruda há um artigo que mostra um que o ex- deputado e hoje prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, no ano de 2007, enviou um requerimento solicitação as emancipações. Está publicado nos anais da Alepe e no diário oficial da época.
O outro ponto que quero abordar é sobre a emancipação e suas consequências em si. É inegável os distritos que pleiteiam a independência têm condições de sobreviver sozinhos, porém é preciso analisar com critério as conseqüências para os municípios sedes sofreriam, como a perda de repasses federais. Há uma série de questões que precisam ser levantadas. Discussão que, a meu ver, a imprensa local não está fazendo.
Esta é minha opinião, como um simples observador. Sou totalmente favorável às emancipações, mas é preciso discutir racionalmente a questão e os méritos devem ser creditados a todos os envolvidos no processo.
Por Jairo Martins
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Um questionário interessante
Recebi um e-mail com este questionário e achei por demais interessante, então resolvi publicar e quem receber as respostas...
Vamos as perguntas;
Dos açudes:
1. Volume de água armazenada nos reservatórios de Poço Fundo e Tabocas?
2. Volume disponível para abastecimento urbano?
3. Volume de evaporação (em mm/ano)?
4. Percentual de desperdício de água, antes e depois do tratamento?
Da Prefeitura:
1. Numero de habitantes urbanos?
2. Numero de residências?
3. Numero de fabricos (efetivo e estimado)?
4. Numero de peças de vestuário produzidas/ mês (efetiva e estimada)?
Do Moda Center:
1. Volume da capacidade de acumulo de água hoje?
2. Volume da capacidade de acumulo projetada (em hum e cinco anos)?
3. Volume médio de demanda / dia?
4. Volume máximo de demanda / hora?
5. Numero de poços artesianos (efetivos e em projeto)?
6. Volume estimado de vazão dos poços artesianos?
Da Compesa:
1. Oferta mensal disponibilizada?
2. Água efetivamente entregue?
3. Numero de clientes ligados na rede?
4. Numero de residências atendidas?
5. Consumo médio mensal, por residência?
6. Volume de oferta água prevista para cinco anos?
7. Demanda prevista para cinco anos?
Da APAC /SRH:
1. Precipitação média anual?
2. Evaporação média anual?
3. Recursos hídricos: Quais, quantos e volume?
4. Previsão de entrega da adutora do agreste (prazo de obras e data de entrega prevista)?
5. Transposição, ramal leste (prazo de obras e data de entrega prevista)?
6. Água disponível de Jucazinho para SCC (hoje e em emergência)?
Por PAULO ANDRÉ DIAS DA SILVA NETO
domingo, 19 de maio de 2013
Nós x violência x segurança
Hoje mais que nunca, estamos sem saber o que acontecerá a cada um de nós no amanhã. Os assaltantes têm deixado os populares em pânico. Carros, motos, pequenos objetos e ataque a residências são algumas das modalidades. Os estabelecimentos comerciais, esses aí já nem se fala de tanto que sofrem. O que poderá ser feito? Quem poderá nos ajudar? Não me respondam que é o Chapolin Colorado porque a coisa é séria.
Discursos bonitos não resolvem. Culpar os políticos, também não. Mas nós precisamos tomar uma atitude. Precisamos buscar alguma forma de escaparmos dessa tormenta sem fim. Todas as manhãs já podemos até antecipar o noticiário das rádios locais. E isso não é privilégio nosso apenas. Somos mais uma cidade na mira dos malfeitores. Redução de maioridade penal, reforma no código penal brasileiro, construção de mais presídios. São notas que ouvimos sempre. Chega de falácias. Queremos ação.
O cidadão e a cidadã de bem, precisam tomar – com urgência – uma atitude que busque trazer à responsabilidade quem comanda os poderes nesse pedaço de chão em que vivemos.
Os menores zombam da nossa cara de susto. Os maiores escalam estes para assumirem os delitos. E nós? Até quando ficaremos presos sem termos cometido crime algum? Precisamos de pessoas mais comprometidas com a segurança dessa massa trabalhadora que vive refém de marginais que fazem pouco caso de nós.
Por JOSÉ OLIVEIRA DE GÓIS
terça-feira, 16 de abril de 2013
Fiscalização, desenvolvimento, direitos e deveres.
Com praticamente 98% da população vivendo na área urbana do município, Santa Cruz do Capibaribe no agreste pernambucano tem uma das mais expressivas migrações das regiões rurais para o centro urbano. E dois fatores ainda hoje contribuem para que isso aconteça: as muitas oportunidades da atividade confeccionista e as muitas adversidades de se produzir algo no semiárido nordestino.
Na capa do Jornal do Commercio do último domingo uma dura notícia “Seca devora a economia”. E enquanto uns sentem este drama econômico apenas via jornais, quem vive no agreste pernambucano sente o drama na pele, na alma e no bolso.
A atividade confeccionista do agreste pernambucano ao longo de décadas se mostrou uma das mais exitosas experiências de convivência com a seca e de superação das adversidades de produção no semiárido nordestino.
Todavia, no último sábado (13/04/2013) vivenciamos uma equivocada ação fiscal (com força policial) por parte da Secretaria da Fazenda de Pernambuco no Moda Center Santa Cruz. E tudo que esta ação fiscal conseguiu foi tumultuar o Moda Center e a agenda de discursão que vem acontecendo no sentido de criar uma estrutura tributária estadual que permita um incremento nos índices de formalização de micro e pequenos empreendedores no polo de confecção do agreste.
Num cenário de crise econômica mundial, a experiência nos mostra que a energia empreendedora não pode ser penalizada, tampouco desestimulada. O Governo de Pernambuco e os mais diversos atores do polo de confecção do agreste precisam dialogar e formatar juntos, uma estrutura tributária produtiva, que permita a formalização vencer a batalha contra a informalidade, sem perder a competitividade da nossa região no mercado de confecção.
Por sua vez, mesmo se tratando de uma questão cultural de décadas, os empreendedores precisam entender que a formalização baseada numa estrutura tributária justa é o caminho a ser seguido, para o bem do ambiente empreendedor de Santa Cruz do Capibaribe e do polo de confecção do agreste pernambucano.
Ao contrário do que muitos pensam – sobretudo em Santa Cruz do Capibaribe – a questão não é de política partidária. Estamos tratando de política de desenvolvimento regional, de política social, de geração e distribuição de renda, de criação de milhares de postos de trabalho, de melhoria na qualidade de vida das pessoas, de diretos e deveres.
Não estamos tratando apenas de compra e venda de confecção, de situação tributária e recolhimento de impostos. Estamos tratando do sagrado sustento de milhares de famílias de dezenas de municípios do agreste pernambucano.
Empreendedores e Governo precisam ser parceiros, só assim faremos fluir um real desenvolvimento. Termino este artigo com um pensamento de Kofi Annan, ganhador de um Nobel da Paz "Todos os governos devem incentivar as pequenas empresas – elas criam empregos e fortalecem a sociedade".
Por Bruno Bezerra
*Bruno Bezerra é secretário de desenvolvimento econômico, agricultura e meio ambiente de Santa Cruz do Capibaribe.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Sobre o que tenho visto
Esta é uma visão de momento porque tudo na política é muito dinâmico e o que é hoje, amanhã pode ser totalmente diferente. Mas tenho algumas questões a colocar sobre o que tenho visto no cenário atual da política de Santa Cruz e da região.
Tenho visto dois grupos políticos trabalharem de formas totalmente distintas: um organizado e focado no que quer, outro desorganizado e sem um objetivo comum entre seus membros.
Um deputado federal que não tem conseguido êxito em Brasília no que prometeu para a região na sua campanha: conquistas de obras para sua cidade e para a região. Hoje vê sua reeleição complicada, apostando todas as suas fichas em um consórcio comandado por seus adversários polítcos.
Tenho visto um deputado estadual que não tem conquistas relevantes para Santa Cruz do Capibaribe, mas mesmo assim deve dobrar sua votação em nossa terra na próxima eleição.
Um prefeito que prometeu muito e começa a sentir as complicações de um cargo complexo, devido ao crescimento desordenado, à falta de recursos e à falta de vontade de alguns em resolver os problemas da cidade.
Uma Câmara de Vereadores que a princípio não demonstra que vai ser muito diferente das que já tivemos antes.
Um vice-prefeito que começa a ver a possibilidade real de vôos mais altos, e tem como grande incentivador um depultado federal que teve mais de trezentos mil votos na ultima eleição.
Também tenho visto deputados evangélicos que só aparecem aqui de quatro em quatro anos.
Por fim, vejo uma sociedade que, apesar de gostar muito de política, crê cada vez menos nos seus políticos.
Por Ralph Lagos
domingo, 7 de abril de 2013
Nota do leitor e amigo Jairo da Solar
sábado, 16 de março de 2013
Opinião do leitor
CARTA DE REPÚDIO AO SINDICOM-PE
“Que a indignação leve á ação”
Não basta indignação. Precisamos agir! Como diria Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderosos nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”. Isso tem que mudar.
No dia 15 de março de 2013, nós trabalhadores e contribuintes ao sindicato dos comerciários de Pernambuco -SINDICOM-PE – fomos convidados a participar do evento deste sindicato no Cabana Clube, sendo onde fora sorteado prêmios para os contribuintes do sindicato. Até ai tudo normal e mostrando que seria uma bela homenagem a nós trabalhadores do ramo!
O evento que estava marcado para começar às 10h da manhã teve inicio as 11h, tudo dentro da programação, o problema e minha indignação foi quando eu fui questionar a um dos Diretores deste sindicato sobre a qualidade das bandas que na sua maioria de seu repertório (que não podemos chamar de musica), a perpetuação e a disseminação da prática sexista da mercantilização do corpo da mulher e a opressão às mulheres reproduzidas a partir da veiculação de músicas. Tendo ali nossos filhos e esposas (esposos);
Segundo questionamento ao mesmo diretor foi pela demora dos sorteios, que pelas “musicas” muitos pais e mães queriam ir embora, e que acabou sendo só as 18h o sorteio, e por esse motivo fomos obrigados há esperar 07 horas para podermos concorrer a esses prêmios, como eles mesmo (sindicato) disseram, “só concorreriam quem estivesse presente” os prêmios que saíram do nosso trabalho com nossa contribuição sindical e a surpresa maior foi a resposta dele:
Diretor:
“Esta festa não é para família e sim para adultos, não era para ter crianças aqui, o sindicato gastou muito com esse evento e não teve ajuda de ninguém, os patrocinadores deram prêmios pequenos que cabiam em uma sacola, as motos fomos nós que compramos, essa banda é muito boa e é de fora, é uma novidade na cidade, quanto o horário do sorteio sabemos que se sortearmos as motos logo todos iriam embora, por isso o motivo de sortearmos só no final.”
Eis ai um diretor consciente no que fala, ou seja, festa de sindicato não é para família. Contribuinte paga para se sentir envergonhado por um sindicato que nos representa.
Quero aqui deixar meu repudio a este sindicato, sei que a maioria se divertiu nesta festa, eu vi nossos jovens trabalhadores dançando e usufruindo das letras destas “musicas”, estou aqui representado aqueles trabalhadores que estavam lá com sua esposa(esposo) e filhos!
16 de março de 2013, Contribuinte do SINDICOM – PE.,
Sandro Souza
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Opinião do Leitor

Parabéns prefeito Edson Vieira por toda sua luta na busca de construir uma cidade melhor para se viver, com a ativação do bloco cirúrgico as gestantes terão o direito de receberem seus filhos em sua querida cidade. É importante destacar a importância da retirada das barracas localizadas em escolas e avenidas, assim os pedestres voltaram a utilizar as calçadas e com certeza o visual da cidade também irá melhorar.
Em relação à Praça do PEC, será mais uma ação que contribuirá e muito na ampliação por uma qualidade de vida mais digna para todo santacruzense.
Como cidadão que ama esta terra, sou favorável a todo governante que usa do trabalho e da honestidade para promover ações de bem comum.
Jairo Martins
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Opinião do leitor
Desabafo de um filho de Toritama ao descaso a sua terra
Uma das causas que mais chamam a nossa atenção são os anúncios de vários investimentos em todas as áreas dos governos e em especial a área da saúde.
Vejo e ouço nos meios de comunicações tantos valores a serem investidos nestas áreas, mas na prática busco saber aonde vão parar tanto dinheiro, pois a cada dia a nossa saúde publica é só manchete negativa, faltam leitos, médicos, remédios e etc.
Nas áreas de estruturas vejo uma trans-nordestina se acabando e todo o nosso dinheiro virando pó, as nossas estradas no limite, obras inacabadas e pra vão tanto dinheiro?!.
Vemos os governos se engradecendo ao falar nas arrecadações, onde bilhões e bilhões são arrecadados, e mesmo assim são aumentados os impostos impiedosamente.
Tento entender, mas não consigo engolir tanta demagogia. A pior são nas visita desses governantes quando dizem que vão fazer algo e em sessão solenes anunciam a liberação de recursos pra isso ou aquilo, mas na prática esses benefícios não saem do papel e depois ainda dizem que a culpa são dos municípios que não cumprem com suas obrigações e acordos, como se eles não soubessem disso.
Brincam com o nosso sentimento e esperança, enganam o povo e ainda saem de bons moços, e por fim não recebemos quase nada e ainda somos os culpados, por todo erro deles.
Maior exemplo disso a minha cidade, responsável por 16% do jeans do Brasil, não temos nem um benefício de grande proporção em nenhuma área do governo.
O que vejo mesmo são as fiscalizações constantes, a perseguição ao nosso povo e ao nosso comércio, mas vantagens mesmo nenhuma e obras ou conquistas só quando brigamos ou nos manifestamos.
Sou de um município de menos de 32 km², com pouco mais de 38 mil habitantes, sem falar que temos todos os dias um aumento de numa média de 5 mil pessoas que vem trabalhar em minha cidade, são o chamado população flutuante, em dias normais, esse número chega a dez vezes mais em dias de feiras, principalmente da moda.
E a segurança é pequena pra tanta gente, a saúde fica sobre-carregada, sem falar em outras áreas.
Me pergunto mais, como pode uma cidade conhecida nacionalmente como a "Capital do Jeans" e nela não há se quer uma escola de corte e costura?!
Como pode uma cidade de tantos talentos, não dispomos de uma área de lazer e esportes, digna pra seu povo?
Como não temos uma escola de referência e nem técnica pra descobrirmos novos talentos?!
Não dispomos de uma creche, onde as mães deviam deixar seus filhos durante o dia, enquanto as mesmas trabalham.
E pra não esquecer ainda damos todo o suporte a uma região por nome de Vila Canaã, que pertence a Caruaru, mas quem dá a atenção devida a esta localidade é Toritama. É Toritama que lhe dar emprego, saúde, educação e algo mais e nada é feito, por esta localidade nem também á entregam de uma vez por toda para Toritama cuidar dela.
É muita coisa pra um povo e uma pequena e produtiva região, que só é exigida pelos poderes, mas que pouco é atendida quando solicitada.
Toritama cidade de trabalho, terra de oportunidades, de um povo honrado, corajoso e trabalhador, porém esquecido de apoio por parte dos governos, só lembrado na hora de ser tirado algo a mais desse povo.
Desabafo de um filho desta terra de oportunidades, chamada Toritama.
Por Wendell Galdino.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Opinião do Leitor
Caros amigos,
Atendendo a pedido, elaborei uma lista de sugestão de nomes e opinião para cada secretaria de governo.
Espero estar de acordo com o esperado. Tenho fé neste novo governo acredito no sucesso politico administrativo.
Meio Ambiente Prof Arnaldo Vitorino, O mestre articulado e envolvido. O mais alto pendão. Sinônimo de visibilidade didática e politica "externa". O único capaz, ou capacitado para gerir o processo de licenciamento ambiental municipal. O meio ambiente personificado e carismático.
Agricultura Lenildo, para revitalizar a agricultura com ideias novas e sensatas. Como trocar milho por flor, vaca por cabra leiteira. A educação agrícola faz a diferença em saber que sem o campo, não existe comida.
Administração Carlinhos, sabe onde esta o papel, o papel de cada documento, um verdadeiro administrador "controller". É fácil ter um documento a mão.
Planejamento Bruno Bezerra, Uma cidade sem planejamento é uma cidade acéfala Nada como um poeta planejando cada sextilha, ou quadriênio, cada métrica de cada poesia que pode vir a ser as avenidas humanizadas, a cidade gostasa de viver e trabalhar. Bruno Bezerra é o cara e tem a cara cibernética desta "nova"cidade que está por vir.
Infra estrutura Prof Afrânio, O Xerife. Se não for presidente da câmara, este é o lugar. Com ele vai ser legal, nos dois sentidos (legalizado e bacana), "Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás." Donos de loteamentos: andem na métrica e no ambiente. Praças e parque esperam por ele.
Saúde ... sem nomes, sugiro um técnico, administrador que saiba dar o remédio na dose certa, para cada setor. Médico sabe tratar paciente, tratar a saúde, sem remédio é gestão.
Educação Iara Vieira. Competente e experiente perfil, moldado para o novo. Na educação, neófitos só em sala de aula.
Saudações
PAULO ANDRÉ DIAS DA SILVA NETO
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Nota da Secretaria de Saúde de Santa Cruz do Capibaribe com esclarecimentos sobre o óbito do menor Derquian Thiago Leite de Oliveira.
No dia 14 de setembro do corrente, o referido menor, segundo a equipe médica que o recebeu no Hospital Materno Infantil, deu entrada na unidade de saúde com quadro de febre muito alta e vômitos, estando em período pós-operatório de amidalectomia (cirurgia quase ambulatorial).
Devido aos sintomas acima apresentados, não se esperava que o quadro de saúde fosse tão grave, o que levou a equipe a ministrar medicamentação para vômito e febre. No entanto, a febre não cedeu, e diante disso foi feito envoltório, mas a criança começou a convulsionar, devido à febre muito alta.
Diante disso, foi solicitada a ambulância e senha com regulação para transferência do menor. Na unidade também havia duas gestantes precisando ser transferidas, mas na chegada da ambulância do SAMU, a equipe médica decidiu que Derquian seria transferido primeiro, devido à gravidade do seu quadro. Porém, o quadro da criança agravou-se e ao ser colocado na ambulância. O mesmo sofreu parada cardio-respiratória, sendo reanimado, tendo mais duas paradas até chegar a Caruaru, no Hospital Regional do Agreste. Nesta Unidade de Saúde, ele ainda sofreu mais três paradas. Ratificamos que em nenhum momento Derquian ficou desassistido pelo médico assistente, sem lençol, fraldas e teve toda assistência médica.
Realmente o falecimento da criança foi uma fatalidade, pois pela sintomatologia apresentada no ato da internação no Hospital Materno Infantil não teria a menor possibilidade de haver um agravamento do caso tão rapidamente, até porque crianças com sintomas de febre e vômito são atendidos mais de 100 casos todos os dias.
Após o óbito, o corpo foi encaminhado ao SVO – Serviço de Verificação de Óbito, órgão competente para apontar a causa morte da criança. No laudo foi detectado morte por infecção generalizada.
Como foi mencionado anteriormente, a criança havia passado por um procedimento cirúrgico recentemente, o que leva a crer que no ato da cirurgia ou após, ainda dentro da unidade hospitalar onde foi realizado o procedimento, essa criança foi acometida por uma infecção hospitalar proveniente de bactéria bastante potente. Desta forma, quando os pais procuraram o serviço de saúde, a infecção já estava em um estágio bem avançado de septsemia, onde a sobrevida era mínima diante do tamanho da gravidade.
Porém, para que possamos ter maiores informações e esclarecimentos sobre o caso, a equipe de Vigilância Epidemiológica hoje fará visita a família para fazer investigação sobre o óbito. Foi falado com a mãe por telefone onde a mesma disse que só poderia atender a equipe de epidemiologia da Secretaria de Saúde às 17:00 horas, pois estava bastante ocupada com seus afazeres .
Ressaltamos ainda, que não houve atraso no atendimento, tão pouco negligência médica. Lamentamos pela família, porém, lamentamos também a atitude de alguns políticos, que querem se aproveitar do caso, tentando colocar palavras na boca da família para denegrir o nome do Hospital Materno Infantil e das pessoas que lá trabalham.
Gostaria ainda de esclarecer que estamos à disposição da família para prestar maiores esclarecimentos, juntamente com o Dr. Thiago que atendeu e acompanhou a criança até Caruaru.
Maria Izalta Lopes Gama
Secretária Municipal de Saúde
terça-feira, 22 de maio de 2012
Opinião do leitor
Um
bom exemplo a ser seguido
Tenho
escutado e lido argumentos de que os salários dos funcionários públicos em
geral não podem ser publicados para o conhecimento de quem os pagam, a
população, com o argumento de que se trata de informação privada de quem os
recebe. Ora mais como se a função é publica e não privada, e tudo o que é
publico o povo tem o pleno direito de saber, pois foi com este fim que se
estabeleceu no arcabouço da jurisprudência da administração pública os
princípios da transparência e publicidade.
Portanto o argumento de que os salários dos
agentes públicos em qualquer esfera não podem ser expostos para o conhecimento
de todos, não tem fundamentação alguma. A única coisa que não se pode dar publicidade por parte do ente público são as questões
de segredo estratégico de Estado ou de Justiça, de resto tudo o que é publico o
povo tem o direito de saber.
Foi
com este intuito que a Presidenta da Republica deu um passo positivo nesta
questão, ao sancionar a lei Federal N° 12.527/11 e regulamentar a mesma por decreto
N° 7.724/12, obrigando a dar publicidade dos salários dos funcionários públicos
federais. Um gesto de cuidado com a transparência das despesas do quadro de
pessoal do Estado Maior, exemplo este que deveria ser seguido pelos poderes judiciário,
legislativo, ministério público, executivos estaduais e municipais e empresas estatais
etc.
Eis
ai um bom exemplo que o prefeito Antônio Figueiroa deveria segui-lo, somando-se
a sua iniciativa primeira de colocar as receitas e despesas a quem interessar
no portal da transparência no site da prefeitura. O mesmo exemplo deveria ser seguido pelo então presidente da Câmara
de Vereadores, o Sr. Francisco Ricardo. Quanto maior a transparência, melhor trato
terá o dinheiro do povo.
Por fim sugiro que a referida casa da lei implante
cursos sistemáticos para capacitar a sociedade civil organizada a fiscalizar a
arrecadação e a aplicação das finanças públicas municipais, melhorando desta
forma a responsabilidade fiscalizadora dos recursos públicos municipais.
Abraço
Fraterno!
Carlos
Lisboa
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Opinião do leitor
Ao fazer uma escolha em um dos representantes do povo para a Câmara de Vereadores, vale salientar que esta participação ainda que, não em sua totalidade no processo politico, mas aos que acompanham a participação do seu vereador nas sessões, aquele em qual sua confiança, seu voto foi depositado, estes vereadores sendo um mais presente e outros ausentes no processo político, uns não sabem nem a que vieram, e nem o que fazer pra se sustentar politicamente com suas ações.
Estamos bem próximo de uma nova eleição, e com ela surgem os políticos com sorrisos largos e semblantes descompromissados com a seriedade do cargo. Eu preciso me perguntar que tipo de politico eu quero, pra mim representa e construir o futuro de minha Cidade? Como deve ser este politico? O que ouvir dele para o bem de minha Cidade no exercício de seu mandado e qual sua atuação frente aos desafios e problemas de minha Cidade? Estes que ocupam as cadeiras de vereadores pouco se mostram nas suas ações legislativas e executiva, do jeito que estar o que dizer do nosso futuro ou seja do futuro de Taquaritinga do Norte se isto vier a se repetir, hoje, agora é o momento de refletir sobre a carente consciência politica de nós moradores e eleitores.
A maneira de votar é muito importante na escolha do certo ou do errado, este ato pode no futuro trazer-lhe o preço indesejado, vimos hoje os jovens e estudantes sem a motivação que antes eram peculiar pela busca de renovação e construção futura, a juventude que temos agora em sua maioria buscar o nível de conhecimento superior e eles são os que não aceitam esta figura de politico sem conhecimento, os jovens hoje são decisivos em não aceita ser dirigidos e governados por pessoas despreparadas emocionalmente e intelectualmente. Muitos deixam claro suas posições sobre as atuações absurdas de políticos existentes em nosso município, a politica tratada como paixão se esvazia de conteúdos construtivos, as cores de bandeiras partidária não somam ao conteúdo exigido aos dias de hoje, precisamos ter e ouvir ideias sociais.
Taquaritinga do Norte pode e deve ter uma politica menos apaixonada, e que toda a discussão fosse como a beleza e o clima de paz que esta bela cidade oferece, argumentos egoístas, desavenças, rixas, intrigas, palanques armados pra denegrir pessoas de bem e fazer atritos, estes conteúdos desnecessários não constrói nada e deve ser banido dessa sociedade crescente e progressista, que é Pão de Açucar e Taquaritinga do Norte. Nós hoje enquanto povo, sabemos e queremos estar sempre, sendo conhecedor de todo acontecimento, sejam eles politico ou social informativo através dos meios de comunicação que temos. Alguns por falta de conhecimento votam pelo simples fato da pessoa ser gente boa, pelo conhecimento pessoal, por ser da família, por atender a um pedido, por ter recebido algo material e ai se vai uma infinidade bondades. Essas pessoas de pouco esclarecimento, não se dão conta de que esse tipo de parlamentar nada tem de compromisso com a sociedade, pouco se importa com os 4 anos de seu mandato a não ser pelo beneficio financeiros e outras vantagens obscuras, esses eleitores não esclarecidos viciados em pedir são os verdadeiros construtores de péssimos políticos.
A atuação dos bons políticos devem estar em comunhão com o povo que lhe elegeu, mostrando na construção de leis os benefícios por igualdade, um bom politico, um bom vereador deve fiscaliza o executivo, seu papel de representante da sociedade é a porte de entrada das melhorias de uma cidade, a cada eleição aos poucos essa carência se faz presente, nossa cidade não é mais administrada sem um planejamento, ao nosso redor temos cidades vizinhas em pleno desenvolvimento, bem administrada, enquanto ficamos a receber as migalhas conquistadas sobre pressão .
Já ouvimos e vimos cada pre-candidato que é melhor ri pra não chora, imaginem se essas pessoas chegarem a câmara de vereadores, já pensou! A tristeza é que todos nós pagaremos o alto preço se os motivos apresentados aqui se repetirem, como o tempo não volta, lá se vai 4 anos de atraso e prejuízo pra que isso não venha acontecer é necessário que toda a participação no pleito eleitoral que se aproxima estejamos presentes nas sessões da câmara no dia em que elas acontecerem, e com isso começar a mudar nossa opinião, passando a fazer as cobranças que necessitamos pra o desenvolvimento sócio educativo pra Pão de Açucar e Taquaritinga do Norte.
CARLOS ROBERTO SILVA
(cabo Beto)
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